As vezes as palavras me confundem, eu sinto tudo parecer o mesmo, mas os rostos novos e a multidão ainda está presente nos dias de chuva, como fazem pra não se molhar? Por que eu estou ensopado agora, assim como estava ontem.
É uma jornada por um dia de sol, onde a pele arde e bronzeia na velocidade das vontade, em um segundo tudo tomou o contraste exagerado que deveria ter, e eu escuto uma musica que fale de você, mas que evite citar seu nome, fica omitido entre as linhas que formam a história de amor mais bagunçada que alguém já escreveu. A culpa deve ser a falta de amor, um conto de ausência sentimental.
Me faça entender o motivo de tantos motivos, de tanto querer e nada poder, e poder fugir sem olhar pra trás, me traga de volta o motivo do sol e da chuva, e tantos climas expostos na janela do quarto, me diga quando devo parar, ou se devo recomeçar.
É que faz mais sentindo estar estagnado na omissão dos sentimentos, sem ir e vir, apenas parado, porque eu sinto que o relógio não trouxe seu cuco quando marcou três horas, eu sinto que o dia não começou, eu sinto na verdade que nada terminou e que apenas esperou a hora certa. Como eu disse, as vezes as palavras me confundem.

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